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Fernando Pinheiro
 

Fernando Pinheiro nasceu em 1949 em Ucha S. Romão, Barcelos, no seio de uma família camponesa. Aí concluiu a instrução primária, e a partir de 1958 frequentou estudos secundários no Liceu Sá de Miranda, de Braga. Licenciou-se em Direito na Universidade de Coimbra, em 1988.

Fundou “A Capoeira” – Companhia de Teatro de Barcelos, em 1976, da qual continua a ser o seu actor e director artístico, e a Autores de Braga – Associação Cultural e Literária, juntamente com destacados homens de letras da cidade no ano de 1990. Durante 25 anos foi professor de diversos graus de ensino e a partir de 1982 tornou-se Técnico Superior de Acção Cultural da Câmara Municipal de Braga.

No plano literário publicou seis livros de contos: Retábulo da Folia, (1984) edição da Autores de Braga, Sete Salmos e uma Lenda, (2002) com a chancela da Palavra d’ Honra - Barcelos, O Pugilista de Deus e Outros Contos, (2005) último título da extinta Autores de Braga, Linho de Cuco, (2005) pela Editorial Palavra d’Honra, O Voo do Gafanhoto, (2008) Opera Omnia, Jardim das Delícias, (2009) Calígrafo. O seu projecto ficcional conta ainda com os romances Sonho e Paixão em Apúlia, na Cooperativa Milho-Rei, Barcelos (1987) e A Forasteira (1991), constituindo este último o primeiro título da colecção literária da Autores de Braga. O primeiro daqueles romances está esgotado, encontrando-se o autor a trabalhar na sua próxima reedição.

Publicou três títulos poéticos, Liricassim/Liricanão (1983 e 2003), Odes, Sonetos e Coisas do Género (2003) e ainda Políticas, Satíricas e Sentimentais (2004), de cujo texto organizou um espectáculo de teatro poético, para além da edição dos títulos juvenis Queda num Poço de Luz (1978) e Içar a Voz Contra o Vento (1979). Participou nas colectâneas Afluentes de Liberdade (1983), na Cooperativa Milho-Rei, Barcelos, Pedras no Rio do Tempo (1994), ed. da Câmara Municipal de Barcelos, Contos do Minho, (2003) da Ave Rara – Póvoa de Lanhoso e A Cabeleira de Berenice (2004), editorial Palavra d’Honra – Barcelos, e Dias do Pai (2006) da Ave Rara – Póvoa de Lanhoso.

Escreveu e adaptou teatro, representado mas não publicado e organizado em trilogias pantomímica: (A Bicicleta do Palhaço, Tristão e Alegrão em Casa e Tristão e Alegrão na Praia; e de cordel: O Pátio das Comédias, A Taberna dos Tolineiros e O Julgamento das Taberneiras de Lisboa. Escreveu as farsas Barcelos By Nigth, e O Fim do Último Episódio, para além de ter apresentado duas peças de teatro para a infância: Constantino Guardador de Vacas e de Sonhos, a partir de Alves Redol e O Mistério do Fantoche Abandonado. No domínio da tragédia escreveu A Paixão de Cristo, adaptada da obra O Mártir do Calvário, de Eduardo Garrido.

É autor das monografias: O Artista Tranquilo, sobre a vida e obra de Mestre José Veiga e publicada pela Câmara Municipal de Braga (2000) ;  Teatro em Arentim – 40 Anos de Fé e Tradição (2006); A Freguesia de S. Vicente – Uma Jóia Cultural Arquitectónica e Humana (2010); Grupo Folclórico Dr. Gonçalo Sampaio – Um Sonho do Coração (2011).

Como actor amador já representou cerca de 50 personagens diferentes em mais de mil representações, um pouco por todo o país e Espanha, numa carreira iniciada na sua juventude, e como encenador já levou à cena 78 peças de todos os géneros, em numerosos grupos da região do Vale do Cávado, mas com clara vantagem para “A Capoeira” – Companhia de Teatro de Barcelos, seu grupo de sempre.